The age-old AI race is no longer framed as a zero-sum game. As concerns over the increasing capabilities of AI models rise, researchers in both the US and China are increasingly focusing on AI safety. This shift is driven by incidents of AI agents hacking systems, prompting government officials to pay attention and act on AI regulation. During a recent visit to China, WIRED's senior correspondent Will Knight found that AI safety was a prominent theme among researchers. Knight noted that while China has embraced open models, the focus is on economic utility and reliability, rather than reaching AGI. This contrasts with the US, where the race to AGI often overshadows safety concerns. The question now is whether the US and China can put aside their differences for the greater good of AI safety.
Ai segurança tem se tornado um tema de interesse crescente entre os investigadores, tanto nos EUA como na China. Este movimento é impulsionado por incidentes de agentes de IA quebrando sistemas, levando os governos a prestar atenção e agir em relação à regulação da IA. Durante uma visita recente à China, o correspondente sênior do WIRED, Will Knight, notou que a segurança da IA era um tema predominante entre os pesquisadores. Knight observou que, enquanto a China tem abraçado modelos abertos, o foco é na utilidade econômica e na confiabilidade, em vez de alcançar AGI. Isso contrasta com os EUA, onde a corrida para AGI frequentemente oculta as preocupações de segurança.
Mas poderia haver um caminho de cooperação? Esta discussão surge em um momento em que as preocupações sobre a segurança da IA atingem níveis críticos. O que é preciso para que os EUA e a China colaborem efetivamente? A questão agora é se os dois países podem superar suas diferenças para o bem maior da segurança da IA.







