The UK boss of Palantir has defended the company over calls for more scrutiny of its use of data within NHS contracts. Labour MP Emily Darlington and other MPs have expressed concerns, citing security risks and ideological concerns.
Palantir's Foundry 'federated data platform' (FDP) is designed to link up disparate databases, improving information sharing in the NHS. However, critics point to Palantir's funding links to the CIA and its contracts with the Israeli Defence Force as red flags.
In contrast, Labour MP Alex McIntyre defended Palantir’s involvement, insisting that data must stay within the UK and be owned by the NHS. Despite these assurances, Liberal Democrat leader Sir Ed Davey called for Palantir to be barred from any government contracts.
Conservative MP Wendy Morton echoed concerns about patient confidence in data protection. Meanwhile, a spokesperson for the Department of Health and Social Care highlighted the benefits of the platform while reiterating strict data security requirements.
PALANTIR defende o seu registo em contrato com o Serviço Nacional de Saúde (NHS) diante das exigências de maior vigilância sobre o uso dos dados. Deputados do Partido Trabalhista expressaram preocupações, mencionando riscos à segurança e questões ideológicas. A plataforma Foundry 'federated data platform' (FDP) da Palantir visa conectar bases de dados descoincidentes para melhorar a troca de informações no NHS. No entanto, críticos apontam para ligações financeiras da empresa ao CIA e contratos com o Exército de Defesa de Israel como sinais vermelhos.







